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O que achamos de “O Rei Leão”

O Rei Leão

No último final de semana estreou finalmente a live-action de “O Rei Leão”, um dos grandes sucessos da Disney.

Pra quem era criança na década de 1990, seguramente sentiu uma emoção a mais ao ver o filme, pura nostalgia e saudosismo, embalados por “hinos” como “Ciclo sem Fim”, “Hakuna Matata” e “Can You Feel the Love”.

Dirigido por Jon Fraveu, o filme traz no elenco principal Donald Glover como Simba, Beyoncé como Nala, John Oliver como Zazu, Chiwetel Ejiofor como Scar, Seth Rogen como Pumba, Billy Eichner como Timão e James Earl Jones como Mufasa.

Assim, todos os ingredientes para uma adaptação épica estavam postos, porém, não passou de ilusão.

Obviamente a trilha sonora e os efeitos especiais são de tirar o chapéu, mas o resultado final desapontou, tirando do filme cenas icônicas (como Timão dançando ula) e pequenos detalhes que seguramente fariam diferença, como na versão dublada a simples frase de Scar para Simba: “Eu ASSASSINEI Mufasa” e não “Eu MATEI Mufasa”. Pode parecer mimimi, mas para um fã da animação (que repetiu umas 999 vezes), fez a diferença.

Ainda falando da dublagem, sem desmerecer o talento incontestável de Ícaro Silva e Iza, foi quase que infantil. Qualquer coisa ficaria melhor do que aquilo, parecendo uma leitura mecânica e sem emoção.

O visual dos personagens agradou, só sentimos falta da ironia e do humor ácido de Scar (na animação é infinitamente melhor) e vale ressaltar que Timão e Pumba (tanto visualmente como com relação às dublagens) estavam irretocáveis, bem como Zazu.

Apesar dos efeitos visuais impressionantes, a gama de possibilidades e a tecnologia tirou um pouco da magia, observando pequenas coisas como o céu estrelado (podia ser muito mais bonito e real).

Perguntar se emociona, a resposta é sim, mas apenas pelo saudosismo e magia da infância.

Assim, consideramos ainda a melhor adaptação como sendo A Bela e a Fera, que trouxe nas telonas algo a mais, mantendo as memórias e emoções de infância, fazendo com que observássemos (agora adultos) a mesma história, mas com um tempero a mais.

Vale lembrar aqui que o diretor já tinha sinalizado que não se tratava de um remake:

“O original se sustenta por si só tão bem. Então, aqui o desafio era contar uma história de uma maneira diferente, mas ainda assim correspondendo às expectativas das pessoas, à medida que – de algum jeito – nos ainda vamos surpreendê-las. Não é um remake quadro a quadro” .

Mufasa , o Rei Leão, e a rainha Sarabi apresentam ao reino o herdeiro do trono, Simba. O recém-nascido recebe a bênção do sábio babuíno Rafiki , mas ao crescer é envolvido nas artimanhas de seu tio Scar, o invejoso e maquiavélico irmão de Mufasa, que planeja livrar-se do sobrinho e herdar o trono.

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